À conversa com... Mário Augusto | 24 de maio de 2019


No próximo dia 24 de maio de 2019, sexta feira,
às 21:30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal,
vamos estar


à conversa com Mário Augusto


a propósito  do livro 

"JANELA INDISCRETA : o que dizem as estrelas"
Uma conversa e uma LEITURA a não perder!


À conversa com... José Pedro Castanheira, António Caeiro e Natal Vaz | 22 de mar. de 2019


No próximo dia 22 de março de 2019, sexta feira,
às 21:30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal,
vamos estar


à conversa com três jornalistas: 
José Pedro Castanheira
António Caeiro
Natal Vaz


a propósito  do livro 

"A QUEDA DE SALAZAR: O PRINCÍPIO DO FIM DA DITADURA"

Uma LEITURA a não perder!

CONVITE - Exposição "Luís Afonso - obserpatório"



Datas: 12 de Janeiro a 5 de Julho de 2019
Local: Biblioteca Municipal | piso 1

"Obserpar!
Claro que obserpar é muito mais interessante! Uma sonoridade paronímica que retira a rigidez e secura científica da "observação" e traz o condimento necessário à mesma! Luís Afonso circula por aí! A sua matéria é o homem (muito mais que a mulher!!!) no seu quotidiano, no seu "esplendor e miséria". E, com um realismo desarmante, aplica uma ironia corrosiva que nos deixa desconfortáveis perante as nossas frágeis "certezas". As caricaturas são perspicazes e vão todas beber ao nosso mundo, ao "mundinho pequenino e interesseirinho" de cada um de nós! E cada um de nós procura sair de cena pela esquerda alta, sem perceber que a luz do projetor nos acompanha nessa fuga inglória! "
Apresentação Vereadora da Cultura, Maria José Guerreiro


+INFO
Luis Afonso
Aljustrel, 1965

Com formação académica em Geografia (Universidade de Lisboa, 1988), foi professor da disciplina e trabalhou em projectos de desenvolvimento local/regional até 1995. A partir desse ano dedicou-se exclusivamente aos cartoons, actividade que havia iniciado 10 anos antes. Colabora em vários orgãos de comunicação social, sobretudo na imprensa, com tiras diárias nos jornais Público (Bartoon), A Bola (Barba e Cabelo) e Jornal de Negócios (SA), mas também na rádio e na televisão, com uma rubrica diária na Antena 1 e RTP (A Mosca). Observa a realidade há 30 anos a partir de Serpa, onde já produziu mais de 25.000 cartoons.

Livros - É autor de "Bartoon" (1996), "Selecção" (1996). "Bartoon 2" (1998), "Bartoon 3" (2000), editados pela Contexto, de "Bartoon 10 anos" (2003), "Futebol por linhas tortas" (2004), "Sociedade Recreativa" (2005), editados pelas publicações D.Quixote, e escreveu os textos para os desenhos de Carlos Rico no livro "Rlbanho" (2006), editado pela PrimeBooks. Em 2009 foi publicado "Côa-Bartoon", integrado na colecção "Cadernos Côa", editada pelo IGESPAR. Em 2012 estreou-se na ficção com "O Comboio das Cinco", a que se seguiu, em 2016, "O Quadro da Mulher Sentada a Olhar Para o Ar Com Cara de Parva" e outras histórias, ambos editados pela Abysmo. Em 2017 publicou o conto "Chez Hippolyte" na edição portuguesa da revista Granta. Em 2018, foi editado pela Arranha-Céus o álbum "Bartoon 25 anos" e publicou o microconto "Abilio no fanzine + (Et) x".

À conversa com... Júlio Machado Vaz & Inês Meneses | 8 de fev. de 2019

No próximo dia 8 de fevereiro de 2019, sexta feira,
às 21:30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal,
vamos estar


à conversa com Júlio Machado Vaz & Inês Meneses 

a propósito  do livro 

"O AMOR É"





Uma LEITURA a não perder!


Júlio Machado Vaz: Nasceu no Porto, em 1949. Médico psiquiatra, professor universitário e autor de quase vinte livros, colabora há várias décadas com a imprensa, a rádio e a televisão. De entre os livros que publicou, destaca-se Era uma Vez um Professor; na rádio, marcou gerações com O Sexo dos Anjos; e, na televisão, ninguém esquece Sexualidades.

Inês Meneses: Nasceu em Lisboa, em 1971, mas cresceu em Mindelo. Estreou-se em rádio em Vila do Conde, esteve doze anos na TSF e esO livro O Amor É, de Júlio Machado Vaz e Inês Meneses, resulta do programa da Antena 1 com o mesmo nome, um dos mais antigos da rádio portuguesa e que está há 15 anos no ar. tá na Radar há treze. Colabora com a Antena 1 e com o Expresso. Assinou na imprensa a crónica O Sexo e a Cidália durante mais de dez anos. Publicou recentemente o livro Amores Impossíveis.

#Àconversacom...; #BMVianadoCastelo

À conversa com... Alfredo Cunha e Ana Sousa Dias | 30 de Novembro, 2018


No próximo dia 30 de novembro de 2018, sexta feira,
às 21:30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal,
vamos estar


à conversa com Alfredo Cunha e Ana Sousa Dias 

a propósito  do livro 

"Retratos 1970-2018"




O Autor
Alfredo de Almeida Coelho da Cunha nasceu em Celorico da Beira em 1953. Começou a carreira profissional ligado à publicidade e fotografia comercial em 1970. Tornou-se colaborador do jornal Notícias da Amadora em 1971. Ingressou nos quadros do jornal O Século e O Século Ilustrado (1972), na Agência Noticiosa Portuguesa — ANOP (1977) e nas agências Notícias de Portugal (1982) e Lusa (1987). Foi fotógrafo oficial do presidente da República António Ramalho Eanes, entre 1976 e 1978. Em 1985, foi designado fotógrafo oficial do presidente da República Mário Soares, cargo que exerceu até 1996. Foi editor de fotografia no jornal Público entre 1989 e 1997, altura em que integrou o Grupo Edipresse como editor fotográfico. Em 2000, tornou-se fotógrafo da revista Focus. Em 2002, colaborou com Ana Sousa Dias no programa Por Outro Lado, da RTP2. Entre 2003 e 2012, foi editor fotográfico do Jornal ola e director de fotografia da agência Global Imagens. Actualmente, trabalha como freelancer e desenvolve vários projectos editoriais. A sua primeira grande reportagem foi sobre os acontecimentos do dia 25 de Abril de 1974. Alfredo Cunha recebeu diversas distinções e homenagens, destacando-se a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique (1995) e as menções honrosas atribuídas no Euro Press Photo 1994 e no Prémio Fotojornalismo VisãoBES 2007 e 2008. Realizou várias exposições individuais e colectivas de fotografia, como Da Descolonização à Cooperação (1983) e (1974), e já publicou dezenas de livros de fotografia.

A Obra
O PRIMEIRO GRANDE ÁLBUM DE RETRATOS DE ALFREDO CUNHA: ROSTOS QUE CONTAM MEIO SÉCULO DA VIDA DE UM PAÍS.
A começar em Amélia Rey Colaço e a terminar em Zé Pedro, passando por imagens que já fazem parte da história de Portugal — como o icónico retrato de Salgueiro Maia —, Alfredo Cunha reúne agora em livro o trabalho de uma vida, que é, afinal, de muitas vidas, de muitos rostos, de muitos momentos e protagonistas de um país, num período que vai de 1970 até 2018.
«Os retratos são uma questão fundamental do trabalho do Alfredo Cunha. Não estou a forçar a nota porque dá jeito para este livro, até porque conheço a fundo o interesse total dele na reportagem, que principia antes da casa de partida. Enche-se de perguntas primeiro e então lá vai. Acontece ficar insuportável para quem está à volta, incluindo o repórter da escrita. Há casos relatados pelo próprio, não é má-língua minha, e confesso que nunca assisti a esses episódios. O que já vi é que ele fica como que esfomeado por fotografar obsessivamente e tudo o que a história pode conter. Mesmo neste afã, quando vemos as fotografias está lá a atenção aos rostos, aos olhares, às pessoas. Folheio mais uma vez os inúmeros livros que publicou e penso: ele conta histórias através das pessoas.» — Ana Sousa Dias

À conversa com... PEDRO ANDERSSON | 19 de Outubro, 2018

No próximo dia 19 de outubro de 2018, sexta feira,
às 21:30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal,
vamos estar

à conversa com o Jornalista PEDRO ANDERSSON
a propósito  do seu livro 
"Contas-Poupança : poupe ainda mais, invista melhor"


O AUTOR

Pedro Andersson nasceu em 1973 e apaixonou-se pelo jornalismo ainda adolescente, na Rádio Clube da Covilhã. Licenciou-se em Comunicação Social, na Universidade da Beira Interior, e começou a carreira profissional na TSF. Em 2000, foi convidado para ser um dos jornalistas fundadores da SIC Notícias. Atualmente, continua na SIC, como jornalista coordenador, e é responsável pela rubrica Contas-Poupança, dedicada às finanças pessoais. Tenta levar a realidade do dia a dia para as reportagens que realiza.

O LIVRO

Dicas para: - comprar um carro em segunda mão sem correr riscos; - escolher o melhor crédito à habitação ou pagar menos pelo que tem; - evitar as comissões das imobiliárias; - baixar as mensalidades do seu cartão de crédito; - escolher o melhor PPR; - saber qual vai ser a sua reforma; - comprar telemóveis e computadores mais baratos; - saber se uma promoção é falsa. Aumente o seu rendimento mensal sem esforço e realize mais facilmente os seus sonhos.

«É fundamental o trabalho de Pedro Andersson como especialista da simplificação, clareza e desmistificação de mensagens e códigos próprios que os agentes, privados e públicos, insistem em utilizar em prejuízo dos utentes e consumidores.»
 José Gomes Ferreira

À conversa com... José Milhazes | 29 de JUNHO, 2018

No próximo dia 29 de junho de 2018, sexta feira,
às 21:30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal,
vamos estar
à conversa com o Jornalista JOSÉ MILHAZES
a propósito  
 do seu livro "As minhas aventuras no país dos sovietes"

Biografia
José Milhazes nasceu na Póvoa de Varzim em 1958. Tradutor de autores clássicos e políticos russos, tornou-se conhecido enquanto correspondente em Moscovo da SIC, TSF e jornal Público. Doutorado pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, é autor de vários livros. Vive em Moscovo desde 1977 e 2015. É atualmente correspondente da SIC e da RDP, colunista do Observador e professor universitário.

Sinopse do livro:

«Naquela altura, mais precisamente no dia 9 de setembro de 1977, os comboios da linha Póvoa de Varzim-Porto (Trindade) ainda eram movidos a carvão e foi num deles que se iniciou, nessa data, a minha longa viagem ao País dos Sovietes.
[…] A mala era leve porque, além de não haver dinheiro para mais, eu estava convencido de que não se ia para o Paraíso Terrestre com a casa às costas, porque nesse lugar não costuma faltar nada, à excepção do pecado.
Sim, eu ia viver na sociedade quase perfeita, na transição do socialismo desenvolvido para o comunismo.» José Milhazes

À conversa com... Rita Ferro | 25 de MAIO, 2018

No próximo dia 25 de maio de 2018, sexta feira,
às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal,
vamos estar
à conversa com a escritora RITA FERRO
a propósito do seu mais recente livro intitulado
"Um amante no Porto (romance)".


Biografia

RITA FERRO nasceu em Lisboa, em 1955. Estudou Design, especializou-se em Marketing, foi professora de Publicidade e exerceu funções de direcção e consultoria em diversas empresas.
Iniciou a sua carreira literária em 1990, arriscando um novo tipo de escrita feminina que, tendo obtido um enorme êxito e revolucionado o mercado literário português, conheceu inúmeros seguidores.
Criou um estilo e, com ele, um novo género. Distingue-se por uma técnica de narração mordaz e cativante, de grande versatilidade. Ao longo de mais de vinte anos, escreveu romances, cartas, biografias, livros de crónicas, literatura infantil e até uma peça de teatro. Além de presença regular na imprensa e na televisão, é cronista na rádio, júri literária e de festivais de cinema, e desenvolveu dois cursos inéditos: «Incentivo à Criação» e «Começar a Escrever». Em 2009, integrou o conselho consultivo da recém-criada Fundação António Quadros, Cultura e Pensamento, dedicada à memória de seu pai e avós.
Ao seu romance autobiográfico A Menina É Filha de Quem? (2011) foi atribuído o prémio PEN Clube Português de Narrativa.
Os seus livros estão editados em Espanha, no Brasil e na Croácia.
Um Amante no Porto (2018) é o seu mais recente romance.


Contra capa

Uma história vibrante, escrita à desfilada, que segue a vida de Álvaro, um rapazinho do Porto, nascido de uma família burguesa da classe média, desde a escola primária até ao ensino universitário, passando pelas festas, o encontro com os «meninos da Foz», o hóquei em patins e as bandas musicais do seu tempo, a paixão pelos cavalos e pelas mulheres, os grupos de estudantes e a Mocidade Portuguesa, até ao dia em que, já divorciado, encontra Zara, uma lisboeta livre, impetuosa e indiscreta, vinte anos mais nova, que pressente nele, por trás da aparente candura da sua história, uma verdade obscura que dificilmente aceitará.
Uma relação dura, sobressaltada e passional, feita de incerteza, de traição e de devassa, em que o amor se degrada com a desconfiança e onde quem esconde pode não encobrir tanto como quem indaga.
Um Amante no Porto é mais um surpreendente romance de Rita Ferro, que é também o retrato de uma época e uma profunda reflexão sobre o amor, no estilo directo e desafectado que é seu timbre inconfundível, com a competência narrativa a que já nos habituou.

Obras de RITA FERRO

O NÓ NA GARGANTA (1990; romance)
O VESTIDO DE LANTEJOULAS (1991; romance)
O VENTO E ALUA (1992; romance)
POR TUDO E POR NADA (1994; crónicas)
UMA MULHER NÃO CHORA (1997; romance)
DESCULPE LÁ, MÃE! (1998; cartas; com a filha, Marta Gautier)
RETRATO DE FAMÍLIA (1999; fotobiografia; com a irmã, Mafalda Ferro)
POR INSTINTO (2000; crónicas)
OS FILHOS DA MÃE (2000, romance)
A MENINA DANÇA? (2002, romance)
És MEU! (2003. romance)
OS CROMOS DE RITA FERRO (2003; crónicas)
SEBASTIÃO ALVES (2004: fotobiografia: com Ana Vidal)
QUERIDA MENOPAUSA (2005; cartas; com Helena Sacadura Cabral)
NÃO ME CONTES O FIM (2005; romance)
AS CARAS DA MÃE (2006; infantil: com ilustrações de Luís Leal)
SEXO NA DESPORTIVA - HISTÓRIAS PARA ADULTOS (2007; crónicas)
RESPONDE SE És HOMEM - EPÍSTOLAS AOS INCRÉDULOS (2007; cartas; com Raul Miguel Rosado Fernandes)
O JURISTA E A CADELA (2007; conto)
13 GOTAS AO DEITAR (2009: colectiva)
QUATRO & UM QUARTO (2009; romance)
CHOCOLATE - HISTÓRIAS PARA LER E CHORAR POR MAIS (2010; colectiva)
A MENINA É FILHA DE QUEM? (2011; romance biográfico; Prémio PEN de Narrativa)
AQUI ('2013; infantil; com ilustrações de Zé Souto Moura)
VENEZA PODE ESPERAR - DIÁRIO I (2014)
A SECRETÁRIA DE SIDÓNIO PAES (2014)
SÓ SE MORRE UMA VEZ - DIÁRIO 2 (2015)
CINCO DEDOS DE UMA MÃO (2015; infantil; com ilustrações de Rita Roquette de Vasconcellos)
ANTÓNIO FERRO, UM HOMEM POR AMAR (2016; romance)
UM AMANTE NO PORTO (2018; romance) 

Nos 130 anos da criação da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo - EXPOSIÇÃO

A Biblioteca Municipal foi fundada, 
em 16 de Fevereiro de 1888, 
na sequência da proposta apresentada em sessão de Câmara pelo vereador Dr. José Malheiro Reymão, 
sendo presidente Luís de Andrade e Sousa.

"Desde a abertura ao público e até aos dias de hoje, a Biblioteca Municipal de Viana do Castelo acumulou um importante espólio bibliográfico e documental que, muitas vezes, condicionou a sua instalação e foi responsável por mudanças sucessivas de espaços e de localização, em consequência de um dimensionamento que, com o tempo, se revelava inadequado e insuficiente.
A construção do actual edifício para a Biblioteca Municipal insere-se numa perspectiva de valorização desta instituição tendo em atenção o facto de se tratar de uma unidade cultural criada na segunda metade do século XIX. Instituída formalmente em 1888, esta Biblioteca hoje centenária é responsável desde 1912, altura em que é provisoriamente instalada e aberta ao público, pela prestação de um serviço público de grande relevância tanto no seio da comunidade como da região.

A proposta de construção de um edifício de raiz surge da necessidade de dotar o município de uma infraestrutura devidamente adequada e dimensionada às exigências actuais e futuras, capaz de cumprir a missão de uma verdadeira Biblioteca Pública, tendo em atenção as crescentes exigências e solicitações do meio.
Assim, a construção do actual edifício obedeceu aos requisitos impostos para as bibliotecas de leitura pública e que visavam a criação de uma rede nacional de leitura, tendo por base o concelho. No entanto, como as exigências subjacentes à construção desta rede de bibliotecas foram pensadas para dotar todos os municípios portugueses de uma biblioteca de leitura pública, a proposta apresentada para Viana do Castelo, no seu conjunto, atendeu a estas exigências mas contemplou igualmente as necessidades inerentes à realidade local, ou sejam: - de uma biblioteca com características de conservação de um património valioso acumulado ao longo dos anos, e de uma biblioteca capaz de responder de forma adequada às solicitações que lhe foram impostas através da criação de novos serviços que foi disponibilizando.
O novo edifício da Biblioteca Municipal, aberto ao público em Janeiro de 2008, veio a revelar-se imprescindível, não só para receber adequadamente os serviços existentes mas também para permitir a sua expansão no sentido da conquista de novos utilizadores e de uma mais sólida fidelização dos existentes. 
A beleza arquitectónica do edifício, projectado por Álvaro Siza Vieira em local privilegiado da cidade, enquadrado com o rio e com o centro histórico, o valioso património bibliográfico e documental, o dinamismo imposto com vista à promoção e enraizamento no meio, e os diferentes serviços vocacionados para satisfazer as necessidades informativas e de fruição cultural dos mais diversos utilizadores são responsáveis por uma forte implantação e aumento de influência da Biblioteca Municipal na comunidade.
Cada vez mais, esta infraestrutura vem assumido um papel relevante na satisfação das mais diversas necessidades junto de muitas entidades e sectores profissionais, destacando-se a sua influência em áreas como as da cultura, da educação e do lazer, o que implica naturalmente uma concentração de esforços e uma adequação de meios aos desafios que lhe são colocados constantemente pela comunidade."


FONTE:
CORREIO DO MINHO |Voz às Bibliotecas | RUI A. VIANA


Expo comemorativa

Redes Sociais: 

À conversa com... 9 de MARÇO, 2018

À conversa com... Mário Augusto

No próximo dia 09 de março de 2018, sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com o escritor Mário Augusto a propósito do seu mais recente livro intitulado "Caderno Diário da Memória".




AUTOR:
Mário Augusto nasceu em março de 1963, em S. Félix da Marinha, perto de Espinho. É jornalista de televisão desde 1986, autor e apresentador de vários programas de divulgação de cinema.
Começou a carreira no jornal O Comércio do Porto. Colaborou no Se7e, na revista Sábado e no Público. Foi um dos fundadores da SIC. Trabalhou como radialista na Rádio Comercial, na Antena 1, na Antena 3 e na Rádio Nova, no Porto.
É o jornalista português que mais estrelas de cinema entrevistou para televisão, contando mais de 2 mil entrevistas ao longo de 28 anos.
Fundou e dirigiu a revista Cinemania.
Realizou e produziu documentários já premiados, foi autor de argumentos para televisão. Na RTP criou e dirige o projeto Academia RTP, destinado a formar e a descobrir novos criadores de audiovisual.
Coordena e apresenta o mais antigo magazine de cinema da televisão Portuguesa, o Janela Indiscreta.
É casado e pai de três filhos. Vive onde sempre viveu, em Espinho, uma paisagem à beira-mar que não troca por nada.


Outros livros do autor:
Nos bastidores de Hollywood
Mais bastidores de Hollywood
Obra de Charlie Chaplin—125 anos
Philip Seymour Hoffman : um americano inquieto
A Sebenta do Tempo: manual de memória para esquecidos
O Verão azul dos afetos

O Gabriel Garcia Márquez disse: "Aquele que não tem memória arranja uma de papel." Não quero que este livro tenha essa função, mas sim que nos proporcione uma bela viagem ao que deixámos para trás. A "Sebenta" e o "Caderno" complementam-se, tudo passado a limpo para não apagar com a borracha do tempo. Divirtam-se, que eu cá diverti-me!"

À conversa com...

David Machado, a partir do seu livro 

"Índice médio de felicidade" (romance)


| 26 JAN. 2018 - sexta feira


| 21h30


| Sala Couto Viana BM


Prémio da União Europeia para a Literatura 2015


 

Agora também um filme de Joaquim Leitão


À conversa com... Rodrigo Guedes de Carvalho

No próximo dia 30 de Junho, sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com o escritor Rodrigo Guedes de Carvalho a propósito do seu mais recente livro intitulado O Pianista de Hotel.














O Autor

Rodrigo Guedes de Carvalho nasceu em 1963, no Porto. Recebeu o Prémio Especial do Júri do Festival Internacional FIGRA, em França, com uma Grande Reportagem sobre urgências hospitalares (1997). Estreou-se na ficção com o romance Daqui a nada (1992) vencedor do Prémio Jovens Talentos da ONU.  Seguiram-se-lhe A Casa Quieta (2005), Mulher em Branco (2006) e Canário (2007). Elogiado pela crítica, foi considerado uma das vozes mais importantes da nova literatura portuguesa.  É ainda autor dos argumentos cinematográficos de Coisa Ruim (2006) e Entre os Dedos (2009), e da peça de teatro Os pés no arame (estreada em 2002, com nova encenação em 2016).
Regressa ao romance com O Pianista de Hotel(2017).